Depois de uma quente e ensolarada folga de verão no fim do ano passado, eis que o blog volta com a corda toda em 2008. Já não era sem tempo: há muita coisa a ser escrita.
Começo com o Natal. Assim como muita gente, eu e minha família participamos desde sempre de uma tradicional festa para celebrar o nascimento de Cristo. Normalmente ela é regada a vinhos brancos e tintos. De uns três anos para cá, devido provavelmente ao aquecimento global, mudamos para espumantes. Neste ano, mais uma inovação: fomos exclusivamente de cavas.
Ótima escolha. Minha impressão é que os espumantes espanhóis estão cada vez melhores. Refrescantes, frutados, ótimos em sua proposta de unir prazer e simplicidade. Os três tipos de cavas que tomamos no Natal -Freixenet brut e rosé (Diageo) e Monasteriolo (Expand) – cumpriram bem essa escrita. Na minha avaliação, são ótimas. E têm uma bela relação custo/benefício. Vale a pena conferir com os importadores.
A semana de folga entre o Natal e o Ano Novo serviu para desovar algumas coisinhas da adega. A mais surpreendente foi um vinho branco da região do Jura, na França, safra 1996 (!). Mais detalhes no próximo post.





sexta-feira, 4/janeiro, 2008 às 6:46
É isso aí, boa dica, os cavas realmente estão entre os melhores custo/benefício em espumantes à venda no mercado brasileiro, ao lado dos espumantes nacionais. Também existem alguns bons produtos de Portugal, que têm qualidade e preço razoável, mas a distribuição é bem mais restrita e praticamente só são encontrados em importadoras e algumas lojas especializadas. Já os cavas e os espumantes da Serra Gaúcha estão disponíveis em vários supermercados. Numa faixa entre R$ 50 – R$ 60 há coisas bastante boas para tomar.
quarta-feira, 9/janeiro, 2008 às 9:18
Será que o vinho é o Côtes Du Jura Cuvée Tradicion 1996 Baud Père & Fils? O Ed Motta ficou encantado com esse vinho, e o colocou no seu top 10 em seu blog.